Links sobre:

Links sobre:
O Inferno (atualizado em 02/01/12)

Devoção da Medalha Milagrosa

Devoção da Medalha Milagrosa
Leia e divulgue! É para todos os homens

Devoção dos 5 sábados

Devoção dos 5 sábados
Divulgue esta devoção!

O que perdemos?

O que perdemos?
com a onda inovadora de 1962
Sugestões de posts, dúvidas e críticas, envie para: catolicostradicionais@gmail.com

Receba nossos posts diários em seu e-mail! Insira-o abaixo

Missa Baixa rezada pelo Reverendíssimo Pe. Marcelo Tenório

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012









Estou infinitamente agradecido ao meu diretor espiritual, Padre Marcelo Tenório, por ter me concedido esta enorme graça de ter celebrado a Santa Missa em minha residência. Que a Virgem Santíssima o abençoe sempre!


[repostagem] Frases de Santos sobre o Carnaval

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012



“Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista”.
(Santa Faustina Kowalska)


São João Bosco ensina como ganhar na loteria


No século XIX viveu um dos homens mais famosos por seus milagres e suas profecias: São João Bosco. Sua fama se espalhava por todos os lados. A uns, anunciava quantos anos iam viver; a outros, dizia o que se tornariam no futuro; e a muitos, lia os pecados antes de serem contados no confessionário. No total, foram mais de oitocentos milagres.


Um homem pobre ouviu falar das maravilhas que fazia este humilde sacerdote e correu em sua busca para perguntar-lhe algo muito importante: a fórmula para ganhar na loteria. Queria que o santo lhe dissesse que números devia escolher ao comprar o bilhete.


São João Bosco meditou por um tempo e lhe respondeu com segurança: “os números mágicos que lhe farão ganhar na loteria são estes: 10, 7, 14. Pode jogá-los em qualquer ordem, e mesmo assim ganharás”.


O homem se encheu de alegria e já se despedia para sair correndo e comprar o bilhete, quando o santo, tomando-lhe pelo braço, disse sorridente: “um momento, que ainda não lhe expliquei bem os números, nem lhe disse de que classe de loteria se trata. Veja: estes números significam o seguinte: “10” significa que você deve cumprir os Dez Mandamentos; “7” significa que você deve receber com frequência os sacramentos; “14” significa que você deve praticar as 14 obras de misericórdia, tanto as corporais como as espirituais. Se você cumprir estas três condições: observar os Mandamentos, receber bem os sacramentos e praticar as obras de misericórdia, ganhará a mais estupenda de todas as loterias: a glória eterna do céu”.


O homem compreendeu e, em vez de ir comprar o bilhete, foi ao asilo para levar uma esmola.


Santo Ezequiel Moreno sobre os "católicos dóceis"

Santo Ezequiel Moreno


"Muitos dos que se dizem católicos ajudam os revolucionários. São esses, sempre moderados, que estimam a tranquilidade pública como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam Viva a Religião! e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja".

Frases de Papas e Cardeais sobre São Padre Pio

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012



" Eu represento Cristo. O Padre Pio vive Cristo."

( Pio XII)



" Excelência reverendíssima, estais certamente mal informado. Por isso vos ordeno que visiteis o padre Pio, a fim de vos convencerdes da vossa falta de caridade e de vosso engano"

( Bento XV, a um monsenhor incrédulo que falava mal de Pe. Pio)

" Consta-me que o padre Pio conduz almas para o Senhor. Sendo esta a sua missão, a minha deve ser manter-me ao seu lado."

( Bento XV a um consultor do Santo Ofício, que manifestava reservas ao frade estigmatizado)



" A sua última palavra quando, já nenhum véu lhe ocultava que estava próxima a passagem do atormentado e crucificado exílio para a pátria, foi uma carta de leal, filial e afetuosa devoção para com a Sé Apostólica. Depois partiu em silêncio, como sempre vivera"

( Cardeal Giacomo Lercaro)


" Os primeiros que deveriam ter reconhecido Jesus Cristo foram aqueles que o enviaram a cruz. Também ao Padre Pio sucedeu o mesmo...Ele foi reduzido a um ser rejeitado, prisioneiro e segregado; chegaram ao ponto de o impedir a comunicar com o povo "

( Cardeal Giusepe Siri )



fonte: padremarcelotenorio.com

Relíquia de primeiro grau de São Leão Magno

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Relíquia de primeiro grau de São Leão Magno (osso).


O Papa Leão I, cognominado o Grande, também conhecido como São Leão Magno foi papa de 29 de setembro de 440 até 10 de novembro de 461. É um doutor da Igreja e um dos Padres latinos. Leão I é conhecido por ter convencido Átila, o Huno em Roma, em 452, a voltar atrás em seu propósito de invasão da Europa Ocidental.
É celebrado pela Igreja 10 de Novembro, e pelas Igrejas Ortodoxas em 18 de Fevereiro. É, juntamente com o Papa Gregório I, e com o Papa Nicolau I, um dos Sumos Pontífices que passaram à história com o cognome Magno (ou o Grande)


De acordo com o Liber Pontificalis, era natural da Toscânia. Em 431, como um diácono, ocupando uma posição suficientemente importante para trocar cartas com Cirilo de Alexandria e o Papa Celestino I. Quando o Papa Sixto III morreu (11 de agosto de 440), Leão foi unanimemente eleito pelo povo para sucedê-lo.


O seu pontificado, de rara longevidade nos tempos iniciais da Igreja, foi pródigo em importantes acontecimentos, de entre os quais se destacam o encontro em 452 com Átila. Em 451, os hunos assolaram o norte da Península Itálica, saqueando e matando. O imperador do Ocidente não logrou defender o seu território. Leão enfrentou decididamente Átila, o rei dos hunos, em 452. No encontro com ele, em Mântua, pelo poder da sua personalidade, conseguiu que Átila, finalmente, firmasse um acordo de paz.


No entanto, Roma foi pilhada depois pelos Vândalos. Quando, em 455, os vândalos, comandados pelo rei Genserico, se encontraram às portas de Roma, sem que nenhum exército imperial trouxesse ajuda, os olhares se voltaram para Leão Magno. Ele se dirigiu ao acampamento dos inimigos. Embora não lograsse impedir de todo o saque da cidade, alcançou, contudo, que ficasse preservada a vida da população. Leão conseguiu impedir a tortura de muitos cidadãos romanos nessa invasão.


Em 446, Leão declarou que "o cuidado da Igreja universal deve convergir para a cadeira de Pedro, e nada (…) deve ser separado de sua cabeça". Esta doutrina foi reafirmada no Concílio de Calcedónia em 451 por Leão I (através de seus emissários). Leão I impôs a uniformidade da prática pastoral, corrigiu abusos e resolveu disputas. Igualmente ficou marcado pela defesa do conceito teológico fundamental de que Jesus Cristo teve duas naturezas distintas, a humana e a divina. Devido à sua coragem e à suas posições inflexíveis, o povo romano o apelidou de "Leão de Tribo de Judá", em referência à passagem no capítulo 5º do Livro do Apocalipse de São João: "Então um dos Anciãos me falou: Não chores! O Leão da tribo de Judá, o descendente de Davi, achou meio de abrir o livro e os sete selos." (Ap 5,5)

(wikipedia, 14/02/12- 19:20)

Ficheiro:Herrera mozo San León magno Lienzo. Óvalo. 164 x 105 cm. Museo del Prado.jpg

A Confissão freqüente Por Santo Afonso Maria de Ligório

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


"A verdadeira dor não está em senti-la mas em querê-la"
Todo o mérito das virtudes está na vontade!"


"Não falamos aqui das confissões das pessoas incursas em pecados mortais. Entretanto não deixaremos de dar muitos avisos concernentes às ocasiões próximas e às confissões sacrílegas. Mas queremos falar principalmente das confissões das almas timoratas, que amam a perfeição e procuram purificar-se cada vez mais das manchas dos pecados veniais.


UTILIDADE DA CONFISSÃO FREQÜENTE


Refere Cesário que um santo sacerdote mandou da parte de Deus a um demônio que lhe tinha aparecido, lhe dissesse o que mais o maltratava; e o inimigo lhe respondeu que nada o contrariava nem o desgostava tanto, como a confissão freqüente. - Mas ouçamos o que Jesus Cristo disse a Sta. Brígida: "Aquele que quer conservar o fervor, deve purificar-se freqüentemente com a confissão na qual se acuse de todos os seus defeitos e negligências em servir-me." - Cassiano ensina que a alma que aspira à perfeição, deve cuidar de ter uma grande pureza de consciência, porque assim é que se adquire o perfeito amor de Deus, que não se dá senão às almas puras; de sorte que o divino amor corresponde à pureza do coração.


- É preciso, porém entender que nos homens, segundo o estado presente, esta pureza não consiste em uma isenção absoluta de toda a falta; porque, exceto nosso divino Salvador e sua divina Mãe, não houve nem haverá no mundo nenhuma alma sem suas manchas. Todos nós nascemos em pecado e caímos em muitas faltas, diz S. Tiago.


- Consiste em duas coisas, que são velar atentamente para que não entre no coração nenhuma falta deliberada, por leve que seja, e ter cuidado de purificar-se imediatamente de qualquer falta que nele possa ter entrado.


- Estes são justamente os dois bons efeitos que produz a confissão freqüente.


Primeiramente, pela confissão freqüente, uma pessoa se purifica das manchas contraídas. - A este propósito, narra S. João Clímaco que um jovem, desejando corrigir-se da má vida, que levava no século, foi-se fazer religioso em certo mosteiro. Antes de recebê-lo, o abade quis prová-lo; e lhe disse que, se queria ser admitido, fosse confessar em público todos os seus pecados. Deveras resolvido a se entregar inteiramente a Deus, o jovem obedeceu; mas, enquanto expunha suas faltas diante da comunidade, um santo religioso que fazia parte desta, viu um homem de aspecto venerando, que a medida que o moço ia declarando seus pecados, os apagava de um papel que tinha na mão, onde estavam escritos; de sorte que, acabada a confissão, todos estavam apagados.


- O que, neste caso, aconteceu visivelmente, sucede invisivelmente toda a vez que um se confessa com as devidas disposições.


- A confissão, porém, além de purificar a alma de suas máculas, dá-lhe também força para não recair. - Segundo o doutor angélico, a virtude da penitência faz que a falta cometida seja destruída e também que não volte mais.


- A tal propósito S.Bernardo refere um fato da vida de S. Malaquias.Uma mulher tinha o hábito de se impacientar e de se irritar a tal ponto que se tornara insuportável. S. Malaquias, ouvindo dela mesma que nunca se houvera confessado de tais impaciências, excitou-a a fazer uma confissão exata dessas faltas. Depois disto, tornou-se tão paciente e tão branda, que parecia incapaz de se enfadar por qualquer trabalho ou mau trato que a importunasse.É por isso que muitos santos, para adquirirem a pureza de consciência, costumavam confessar-se todos os dias. Assim praticavam Sta. Catarina de Senna, Sta. Brígida, a Beata Collecta, e também S.Carlos Borromeo, Sto. Inácio de Loiola e muitos outros. S. Francisco de Borgia não se contentava com uma só vez, confessava-se duas vezes por dia.


- Se os homens do mundo tem horror de aparecer com uma mancha no rosto diante de seus amigos, que se há de estranhar que as almas amigas de Deus procurem purificar-se cada vez mais, para se tornarem cada vez mais agradáveis aos olhos de Nosso Senhor.- De resto, não pretendemos aqui obrigar as religiosas que freqüentam a comunhão, a confessar-se toda a vez que comungam. Entretanto é conveniente que se confessem duas vezes ou ao menos uma vez por semana, e além disso quando houverem cometido alguma culpa com advertência.



DO EXAME, DA DOR OU CONTRIÇÃO E DO BOM PROPÓSITO


- Sabe-se que, para fazer uma boa confissão, três coisas se requerem: O exame de consciência, a dor de ter pecado, e o propósito de se corrigir.


1. Quanto ao exame, aos que freqüentam os sacramentos, não é necessário que quebrem a cabeça em indagar todos os pormenores das faltas veniais. É preferível que se apliquem mais a descobrir as causas e raízes de seus apegos e de suas negligências.Digo isto para as religiosas que vão se confessar, com a cabeça cheia de coisas ouvidas na grade, e não fazem outra coisa que repetir, de cada vez, a recitação das mesmas faltas, como uma cantilena, sem arrependimento e sem propósito de emenda.Para as almas espirituais, que se confessam amiúde e tem cuidado de evitar os pecados veniais deliberados, o exame não exige muito tempo; pois não têm necessidade de indagar sobre as faltas graves, porque se a sua consciência estivesse sobrecarregada de um só pecado mortal, este se daria logo a conhecer por si mesmo. Quanto aos pecados veniais, se fosse plenamente voluntários, se manifestariam também de um modo sensível de pena que causariam; aliás não há obrigação de confessar todas as faltas leves que se tem na consciência, e por conseguinte também não há obrigação de fazer um exame exato e menos ainda de escrutar o número e circunstâncias, ou se recordar como e porque se cometeram.Basta declarar as faltas leves que pesam mais e são mais opostas a perfeição, e acusar as outras em termos gerais.


- Quando não há matéria certa depois da confissão última, diga-se algum pecado da vida passada, de que se tenha mais dor, por exemplo: Eu me acuso especialmente de todas as culpas cometidas no passado contra a caridade, a pureza ou a obediência.


- É bastante consolador o que sobre este ponto escreve S. Francisco de Sales: "Não vos inquieteis, se não vos lembrardes de todas as vossas faltinhas para confessá-las; porque assim como muitas vezes cais sem advertência, assim também muitas vezes vos levantareis sem percebê-lo; a saber, pelos atos de amor ou outros atos bons que as almas devotas soem fazer".



2. É necessária, em segundo lugar, a dor ou contrição, e é o que se requer principalmente para obter a remissão dos pecados. As confissões mais longas não são as melhores, mas as em que há mais dor. O sinal de uma boa confissão, diz S. Gregório, não se acha no grande número de palavras do penitente, mas no arrependimento que demonstra.


- De resto, as religiosas que se confessam amiúde e tem horror até as culpas veniais, desfazem as dúvidas se tem ou não verdadeira contrição. Quereriam, cada vez que se confessam, ter lágrimas de enternecimento; e como apesar dos seus esforços e de toda a violência que fazem, não podem tê-las, estão sempre inquietas sobre suas confissões. É preciso que se persuadam que a verdadeira dor não está em senti-la mas em querê-la. Todo o mérito das virtudes está na vontade. É por isso que Gerson, falando da fé, assegura que aquele que quer crer, algumas vezes tem mais mérito do que aquele que crê.


- Mas S. Tomás ensinou a mesma coisa antes dele, falando precisamente da contrição. Diz ele que a dor essencial, necessária para a confissão, é a detestação do pecado cometido, e que esta dor não está na parte sensitiva, mas na vontade; visto que a dor sensível é um efeito do desprazer da vontade o que nem sempre está em nosso poder, porque a parte inferior nem sempre segue a parte superior.


Assim, pois, toda a vez que, na vontade, a displicência da culpa cometida é acima de todos os males, a confissão é boa.


- Abstende-vos, portanto, de fazer esforços para sentir a dor. - Falando dos atos internos, sabei que os melhores são os que se fazem com menor violência e maior suavidade, visto que o Espírito Santo ordena tudo com doçura e tranqüilidade.


Pelo que, o santo rei Ezequias, falando do arrependimento que tinha de seus pecados, dizia sentir deles dor muito amarga mas em paz.


Quando quiserdes receber a absolvição, fazei assim: No aparelhar-vos para a confissão, começai por pedir a Jesus Cristo e a Virgem das Dores uma verdadeira dor de vossos pecados; em seguida fazei brevemente o exame, como acima dissemos; e depois, para a contrição, basta que façais um ato como este: "Meu Deus, eu vos amo acima de todas as coisas; espero, pelos merecimentos do sangue de Jesus Cristo, o perdão de todos os meus pecados, dos quais me arrependo de todo o coração, por ter ofendido e desgostado a vossa infinita bondade, e os aborreço mais do que todos os males; e uno este meu aborrecimento ao aborrecimento que deles teve o meu Jesus no horto de Getsêmani. Proponho não vos ofender mais, com a vossa graça".Uma vez que tenhais querido pronunciar este ato com sinceridade, ide tranqüilamente receber a absolvição, sem temor e sem escrúpulo. - Sta. Teresa para tirar as angústias a este respeito, dava um outro bom sinal de contrição: "Vede, dizia ela, se tendes um verdadeiro propósito de não cometer mais os pecados que ides confessar. Se tendes este propósito, não duvideis de ter também a verdadeira dor".


3. É necessário enfim o bom propósito. O propósito exigido para a confissão, para ser bom, deve ser firme, universal e eficaz.Primeiramente, deve ser firme. Há alguns que dizem: eu não quereria cometer mais este pecado; eu não quereria mais ofender a Deus. - Mas ai! este eu quereria denota que o propósito não é firme. Para que o seja, é necessário dizer com vontade resoluta: Não quero mais ofender a Deus deliberadamente.Em segundo lugar, deve ser universal, isto é, deve o penitente propor-se a evitar todos os pecados sem exceção. Isto, porém, só se entende dos pecados mortais.


Quanto aos pecados veniais, basta, para o valor do sacramento, que o arrependimento e o propósito recaiam sobre uma só espécie de pecado; mas as pessoas mais espirituais devem propor se evitar todos os pecados veniais deliberados; e quanto aos indeliberados, visto que é impossível evitá-los todos, basta que se proponham fazê-lo quanto for possível.Em terceiro lugar, deve ser eficaz, isto é, capaz de determinar o penitente a empregar os meios necessários para não cometer mais as faltas de que se acusa, e especialmente a fugir das ocasiões próximas de recair. Por ocasião próxima se entende aquela em que a pessoa caiu muitas vezes em pecados graves, ou, sem justa causa, induziu outros a caírem.Neste caso não basta propor-se somente evitar o pecado, mas é necessário também propor tirar a ocasião, aliás as suas confissões serão todas nulas, embora receba mil absolvições; pois não querer remover a ocasião próxima de pecado grave já é por si culpa grave. E assim como temos demonstrado na nossa obra de teologia moral, quem recebe a absolvição sem o propósito de tirar a ocasião próxima, comete um novo pecado mortal de sacrilégio."



(Santo Afonso Maria de Ligório - A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo)


Fonte: moreira-crist.blogspot.com

Papas Bento XV e Paulo VI sobre São Padre Pio



Papa Paulo VI em
20 de fevereiro de 1971:
"Veja que fama ele alcançou! Que clientela mundial reuniu em torno de si! Mas por quê? Por que era um filósofo? Por que era um sábio? Por que dispunha de meios? Não, mas porque rezava a Missa humildemente, confessava de manhã à noite; era, difícil de dizer, representante estampado dos estigmas de Jesus. Era um homem de oração e de sofrimento."


Papa Bento XV:
"Padre Pio é um daqueles homens extraordinários que Deus envia de vez em quando à terra para converter os homens".

Bispo Tradicional Comandará Lourdes

sábado, 11 de fevereiro de 2012


O Santo Padre nomeou Mons. Nicolas Brouwet, amigo da liturgia tradicional, como novo bispo de Tarbes e Lourdes. A nomeação se deu hoje, precisamente na festa das aparições de Nossa Senhora em Lourdes.
Certamente é uma nomeação carregada de significado e mais um passo na restauração do catolicismo na desolada França!

Santo Padre Bento XVI exorcizou dois homens no Vaticano



Em um novo livro, o Padre Amorth, o exorcista para a diocese de Roma, faz um relato bizarro de como ele e duas assistentes levaram dois “possessos” italianos a uma das audiências semanais do Papa na Praça de São Pedro, em maio de 2009.

Em seu livro, “The Last Exorcist – My Fight Against Satan” [“O Último Exorcista – Minha Luta Contra Satanás”], ele afirma que a simples presença do pontífice curou os homens de suas aflições demoníacas. O padre Amorth disse que suas duas assistentes acompanharam os dois homens na Basílica de São Pedro quando o Papa estava sendo conduzido entre as multidões de fiéis no “Papamóvel” branco.

As mulheres conseguiram assentos para os dois homens na área de assentos normalmente reservada a pessoas com deficiências. Quando o Papa se aproximou deles, os homens, identificados somente como Marco e Giovanni, começaram a agir estranhamente, escreveu o Padre Amorth. Ele descreveu como eles tremiam e como os seus dentes rangiam.

Quando uma das assistentes pediu a Giovanni para se controlar, ele disse “Eu não sou Giovanni” em uma voz que não era a sua, afirmou o padre Amorth. Tão logo o Papa desceu do “Papamóvel”, os dois homens se arrojaram ao chão. “Eles batiam suas cabeças no solo. Os guardas suíços assistiram, mas não fizeram nada,” escreveu o sacerdote. “Giovanni e Marco começaram a vociferar ao mesmo tempo, eles estavam deitados no chão, uivando”.“Eles estavam tremendo, babando e entrando em frenesi”. “O Papa assistia de longe. Ele levantou um braço e abençoou os quatro. Para os possessos isso funcionou como um solavanco furioso – um soco em seus corpos por inteiro – na medida em que eles foram arremessados a três metros para trás,” continuou. “Eles pararam de uivar, mas choraram incontrolavelmente.”

O padre Amorth, que afirma ter realizado milhares de exorcismos, escreveu: “Não é mistério algum que os atos e palavras do Papa podem enfurece Satanás… que a simples presença do Papa pode acalmar e de alguma maneira ajudar os possessos em sua luta contra aquele que os possui.” Federico Lombardi, o porta-voz do Vaticano, refutou o relato, dizendo que Bento não estava ciente das aflições dos homens e não tivera a intenção de realizar um exorcismo.O padre Amorth é uma figura polêmica, cujos pontos de vista francos já embaraçaram o Vaticano no passado.

Em novembro ele classificou a ioga com “má”, afirmando que ela leva ao culto do hinduísmo e outras religiões orientais baseadas em “uma falsa crença na reencarnação”.
Ele também se pronunciou contra Harry Potter, dizendo que os livros infantis parecem inócuos, porém, de fato, encorajam as crianças a acreditarem em magia negra e bruxaria.
O Demônio “estuda cada um de nós e nossas tendências em direção ao bem e ao mal,” disse o padre Amorth, cujo novo livro tem por subtítulo: “It’s not me who is frightened of the Devil, it is he who is frightened of me” [Não sou eu quem está com medo do Demônio, é ele quem está com medo de mim”].


Fonte: fratresinunum.com

Comentários recentes